Mar 22, 2021 | Educação, Notícias
Diante das restrições anunciadas pela Mesa Diretora da Câmara Municipal de Sorocaba por conta do Covid-19, o vereador Vinícius Aith (PRTB), presidente da CPI criada – por iniciativa do parlamentar – para investigar a compra milionária de livros paradidáticos no final da administração passada, suspendeu a realização das oitivas.
Aith afirma que entre os convocados a prestar esclarecimentos estarão a ex-prefeita Jaqueline Coutinho, o ex-secretário da Educação, Wanderlei Acca e o atual corregedor do Município, Carlos Alberto de Lima Rocco Junior, que, diante da denúncia do vereador, iniciou uma investigação dentro do Executivo.
“Nossa intenção é apurar – com transparência e a participação da população – todos os que contribuíram com essa irresponsabilidade que foi gastar R$ 29 milhões em livros paradidáticos, numa época de pandemia, com aulas presenciais suspensas, crianças precisando do alimento da merenda, escolas depredadas e saqueadas por falta de segurança”, justificou Vinícius Aith.
Também fazem parte da Comissão os vereadores Luis Santos (Republicanos), Dylan Dantas (PSC), Vitão do Cachorrão (Republicanos, Ítalo Moreira(PSC), Silvano Júnior (Republicanos) e Rodrigo do Treviso (PSL).
A denúncia – O vereador chegou até os exemplares através de uma denúncia de que mais de um milhão de livros estavam armazenados em caixas, na Arena Multiuso de Sorocaba. “Para a nossa surpresa, o material havia sido adquirido nos últimos dias de mandato, sem licitação, divulgação, nem planejamento de uso e distribuição”, observou Aith.
O parlamentar oficiou a Prefeitura sobre o material e acabou descobrindo ainda que, entre os livros, com indicação de faixa etária infantil, havia pelo menos mil exemplares com conteúdo sexual e ideológico, além de linguagem considerada inadequada para a utilização nas escolas.
Outro detalhe que também chamou a atenção de Vinícius Aith diz respeito à quantidade de livros, já que a Rede Pública Municipal de Ensino conta com cerca de 80 mil alunos e o lote corresponde a 12 exemplares por aluno. “Não entendemos por que esse dinheiro não foi investido responsavelmente em monitoramento e manutenção das escolas, por exemplo”, reclamou.
A CPI vai investigar ainda a denúncia de que a antiga administração não teria utilizado o desconto de 38%, cabível em contratos com material da FDE (Fundação para desenvolvimento em Educação), o que representaria R$ 3,1 milhões a mais dos cofres públicos na negociação.
Mar 18, 2021 | Educação, Notícias
Em requerimento ao Executivo o vereador Vinícius Aith (PRTB) cobra que seja feita uma manutenção imediata na caixa d’água da Escola Municipal Professora Cecília Falcato Prado Fontes, localizada no Jardim Renascer, na Zona Norte.
O parlamentar foi procurado por moradores da comunidade que relataram um vazamento contínuo na caixa d’água da unidade de ensino, o que representa desperdício do recurso natural, além de prejuízo aos cofres públicos.
Aith encaminhou ainda fotos do reservatório vertical, com capacidade para milhares de litros, e ressaltou a urgência de sanar o problema, questionando inclusive quando o serviço será executado.
Mar 17, 2021 | Educação, Notícias
Na tarde desta quarta-feira (17), o vereador Vinícius Aith (PRTB) esteve no CEI 93 (Centro de Educação Infantil Madre Teresa de Calcuta), no bairro Wanel Ville, Zona Oeste, a pedido de moradores, pais de alunos e funcionários da unidade de ensino.
De acordo com os munícipes, o prédio já foi invadido três vezes este ano por ladrões que destruíram portas, vidros de janelas, equipamentos; além de furtarem bebedouros, lâmpadas, fios de eletricidade, grades e até ralos de metal.
A comunidade denuncia o abandono e diz que a situação persiste há mais de um ano, se agravando a cada nova invasão, já que nenhuma manutenção foi realizada nesse período, nem foram adotadas medidas para coibir a entrada de bandidos no local.
A diretora do CEI está utilizando as instalações de uma escola vizinha por causa da falta de energia elétrica; já as merendeiras e funcionários da secretaria, que precisam permanecer no local para atender aos pais, enfrentam a precariedade do prédio e levam água para o consumo próprio.
Vinícius Aith explicou que já conversou com o prefeito Rodrigo Manga (Republicanos) sobre a situação de abandono das escolas da rede municipal e que a Prefeitura está providenciando a contratação de vigia para as unidades e licitação para realizar manutenção nos prédios.
Mar 16, 2021 | Educação
Recentes furtos e atos de vandalismo no prédio da Escola Municipal João Francisco Rosa, na Vila Angélica, Zona Norte, levaram moradores do bairro e funcionários da unidade de ensino a procurar o vereador Vinícius Aith (PRTB) pedindo que o parlamentar interceda pela comunidade junto ao Executivo.
O parlamentar fez um requerimento à Prefeitura, com fotos e informações sobre ocorrências de dano ao patrimônio como o arrombamento de portas e janelas; furtos de cabos de energia elétrica e até de kits hortifruti destinados aos alunos.
Outra reclamação apresentada diz respeito ao risco que o prédio sem energia e segurança representa para professores, funcionários e pais de alunos. “Recebemos relatos de pessoas que se depararam com delinquentes dentro da escola”, alertou Aith.
No documento, o vereador explica ainda a urgência para que sejam tomadas providências a respeito da manutenção, bem como do reforço da segurança do próprio público, que encontra-se à mercê de ataques de vândalos, usuários de drogas e ladrões.
Mar 3, 2021 | Educação
Durante reunião com o secretário Municipal de Educação, Márcio Bortolli Carrara, o Vereador Vinicius Aith apresentou um projeto de robótica para alunos da rede municipal de ensino. Sorocaba precisa investir em tecnologia e inovação como alternativas no currículo dos estudantes. Uma maneira prática de incentivar a criatividade, o raciocínio lógico e a capacidade de organização das nossas crianças.
O Vereador argumentou ainda que além de atrair a atenção e o interesse dos alunos para o tema da tecnologia e para o conteúdo ensinado, a robótica funciona como ferramenta educativa, visto que, dentre seus inúmeros benefícios, melhora o desenvolvimento cognitivo dos alunos e o processo de aquisição dos conhecimentos aprendidos em sala.
Mar 1, 2021 | Educação, Notícias
Está agendado para as 13h desta quarta-feira, 03, na sala de reuniões da Câmara Municipal de Sorocaba, o primeiro encontro da CPI (Comissão parlamentar de Inquérito), instaurada a pedido do vereador Vinícius Aith (PRTB) para investigar a compra milionária de livros paradidáticos no final da administração passada.
Além de Aith, irão participar da reunião outros oito vereadores que subscreveram o requerimento e foram nomeados pelo presidente do Legislativo para compor a Comissão: Luis Santos (Republicanos), Dylan Dantas (PSC), Vitão do cachorrão (Republicanos), Péricles Régis (MDB), Cristiano Passos (Republicanos), Ítalo Moreira(PSC), Nenê Silvano (Republicanos) e Rodrigo do Treviso (PSL).
Nesta primeira conversa serão definidas a presidência e a relatoria dos trabalhos, além de algumas estratégias, como os primeiros convocados a depor e uma relação de documentos a serem pedidos ao Executivo para instruir a investigação que terá inicialmente 90 dias para realizar seus trabalhos, prazo que pode ser prorrogado por igual período.
A denúncia – O vereador chegou até os exemplares através de uma denúncia de que mais de um milhão de livros estavam armazenados em caixas, na Arena Multiuso de Sorocaba. “Para a nossa surpresa, o material havia sido adquirido nos últimos dias de mandato, sem nenhuma divulgação, nem planejamento de uso e distribuição”, observou Aith.
O parlamentar oficiou a Prefeitura sobre o material e acabou descobrindo ainda que, entre os livros, com indicação de faixa etária infantil, havia pelo menos mil exemplares com conteúdo sexual e ideológico, além de linguagem considerada inadequada para a utilização nas escolas.
Outro detalhe que também chamou a atenção de Vinícius Aith diz respeito à quantidade de livros, já que a Rede Pública Municipal de Ensino conta com cerca de 80 mil alunos e o lote corresponde a 12 exemplares por aluno. “Não entendemos por que esse dinheiro não foi investido responsavelmente em monitoramento e manutenção das escolas, por exemplo”, reclamou.
A CPI vai investigar ainda o motivo da antiga administração não ter utilizado o desconto de 38%, cabível em contratos com material da FDE (Fundação para desenvolvimento em Educação), o que representou R$ 3,1 milhões a mais dos cofres públicos na negociação.