Câmara realiza audiência pública sobre “Implantação da Escola Cívico-Militar de Sorocaba”

Câmara realiza audiência pública sobre “Implantação da Escola Cívico-Militar de Sorocaba”

Está agendada para às 16h da próxima segunda-feira (12), no plenário da Câmara Municipal de Sorocaba, uma audiência pública com o tema “Implantação da Escola Cívico-Militar em Sorocaba”, solicitada pelo vereador Aith (PRTB), quando deverão ser estabelecidas diretrizes para a retomada do programa no Município.

Além de representantes da ABEMIL (Associação Brasileira de Educação Cívico-Militar), foram convidados para o evento os titulares das pastas Municipais da Educação e da Segurança, representantes das polícias Civil e Militar, do Conselho Municipal da Educação, do Exército, da AIPOMESP (Associação dos Policiais Militares da Reserva, Reformados, da Ativa e Pensionistas da São Paulo Previdência), e do CEPM (Centro de Educação Pré-Militar), além de políticos como o governador eleito por São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas.

Aith lembra que no passado uma escola cívico-militar chegou a ser inaugurada em Sorocaba, mas teve o funcionamento suspenso por decisão judicial, sob a alegação de descumprimento do edital de regulamentação do programa. “Desta vez tomamos à frente e contamos com o apoio de especialistas para que o desejo de centenas de pais possa se tornar realidade e tenhamos esse reforço dos valores cívicos, além de mais segurança para alunos e professores”, afirmou o parlamentar.

A implantação – O Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (PECIM) é uma iniciativa do Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Defesa, com conceito de gestão nas área da Educação, didático-pedagógica e administrativa, mantendo o corpo docente da escola que recebe o apoio dos militares. A proposta é implantar 216 escolas em todo o país até o ano de 2023.

O objetivo é aprimorar o processo de ensino-aprendizagem nas escolas públicas, seguindo as diretrizes que mantém o alto nível dos colégios militares do Exército, das Polícias e dos Corpos de Bombeiros Militares, nas etapas de Ensino Fundamental II e/ou Ensino Médio, nas unidades que adotarem o modelo do Ministério da Educação.

CPI da Educação define presidente e relator

CPI da Educação define presidente e relator

Durante reunião realizada na Câmara Municipal de Sorocaba, membros da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) nº01/2022, que irá investigar contratos realizados pela Secretaria Municipal da Educação, definiram que o vereador Aith (PRTB) irá presidir e vereador Dylan Dantas (PSC) será o relator dos trabalhos.

Outra decisão tomada foi o pedido de cópias dos pregões eletrônicos para a contratação de material do “Projeto de Robótica”, dos kits “Palavra Cantada”, de uniformes para alunos, de material didático do “Projeto Banco Mais na Escola” e de brinquedos de playground em polietileno .

A Comissão, que também é formada pelos vereadores Cristiano Passos (Republicanos),  Fábio Simoa (Republicanos), Fausto Peres (Podemos), João Donizeti (PSDB), e Vitão do Cachorrão (Republicanos),  irá oficiar o secretário Márcio Carrara, da pasta da Educação, para que em 15 dias forneça informações sobre a situação dos pregões realizados pela secretaria, além de cópia do Processo Administrativo de aquisição do imóvel  situado no bairro Água Vermelha.

Da instauração – A CPI da Educação foi instituída para apurar denúncias formuladas pelo vereador Cícero João (PSD), em suas redes sociais, contra o Poder Executivo. Os trabalhos têm prazo legal de 90 dias para a conclusão, podendo ser prorrogados pelo mesmo período de tempo.

 

Vereador Aith denuncia doutrinação política em escola Municipal   

Vereador Aith denuncia doutrinação política em escola Municipal  

Depois de receber reclamações em seu gabinete por parte de pais de alunos da Escola Municipal Leonor Pinto Thomaz – uma das mais tradicionais de Sorocaba – localizada no centro da cidade, o vereador Aith (PRTB) esteve, na tarde desta quarta-feira (30), na instituição de ensino e comprovou a veracidade das denúncias da presença de doutrinação política na apresentação de trabalhos de estudantes adolescentes.

Nas paredes da escola havia dezenas de cartazes que deveriam ser relacionados à Cultura, conforme a coordenação de ensino local, mas, na verdade, continham referências negativas ao governo do Brasil, charges ridicularizando o presidente da República, críticas repetidas pela militância de esquerda do país, inclusive ao ex-presidente dos EUA, Donald Trump e ao jornalista  Olavo de Carvalho, deixando clara a referência à ideologia política.

Além de questionar a direção da escola, que afirmou não ver problema nos “trabalhos culturais”, o vereador ligou para o secretário da Educação Márcio Carrara, para quem encaminhou ainda nesta data um ofício cobrando providências sobre o assunto. “A escola não deve ter partido! Incentivar qualquer tipo de movimento com cunho político ou ideológico entre alunos é motivo de alerta, principalmente no ambiente de uma instituição pública”, reclamou Aith.

Câmara homenageia diretor da escola Antônio Padilha

Câmara homenageia diretor da escola Antônio Padilha

A unidade de educação foi o primeiro grupo escolar do Município

A Câmara Municipal de Sorocaba homenageou, com Voto de Congratulações –  por iniciativa do vereador Vinícius Aith (PRTB – o diretor da tradicional Escola Estadual Antônio Padilha,  Luiz Antonio Dias Jorge, que há 29 anos exerce a função de diretor de escola pública.

O educador está há nove anos na gestão do Padilha, como é mais conhecida a escola, reconhecida como uma das melhores instituições de ensino do município, que possui um Centro de Línguas, onde são ministrados os cursos de Espanhol, Alemão, Francês, Japonês  e Inglês; tendo atendido de 2013 até o final de 2021 cerca de  11 mil alunos.

A unidade de educação foi o primeiro grupo escolar de Sorocaba, inaugurado em 1896, instalado inicialmente em prédios alugados, antes de conquistar a sede própria. “É nosso dever respeitar e proteger os educadores comprometidos com o futuro do nosso país; sem eles não haveria essa esperança que alimenta a nação”, disse Aith.

Projeto de Vinícius Aith estabelece medidas para proteger servidores da Educação

Projeto de Vinícius Aith estabelece medidas para proteger servidores da Educação

Tramita na Câmara Municipal, de autoria do vereador Vinícius Aith (PRTB), o Projeto de Lei nº 210/2022, que institui a “Política Pública Municipal de Combate à Violência Contra Professores” no Município de Sorocaba, e cria a “Semana de Combate à Violência Contra Professores”.

A proposta tem como principais objetivos estimular a reflexão sobre a violência física e/ou moral comentida contra educadores, no exercício de suas atividades acadêmicas e educacionais nas escolas e comunidades, além de implementar medidas preventivas, cautelares e punitivas para situações em que educadores, em decorrência do exercício de suas funções, estejam sob risco de violência ou constrangimento que possa comprometer sua integridade.

O texto abrange os profissionais que atuam na Educação como professores, técnicos, dirigentes, orientadores, agentes administrativos e demais trabalhadores que desempenham suas atividades no ambiente escolar, devendo as medidas preventivas, cautelares e punitivas, previstas no projeto, serem aplicadas pelo Poder Público em suas diferentes esferas de competência.

Campanha educativa – Outro foco do projeto é instituir na cidade a “Semana de Combate à Violência Contra Professores”, que deverá ser incluída no calendário oficial de eventos do Município, sempre na terceira semana de outubro, quando serão realizadas atividades voltadas à reflexão, que poderão ser organizadas pela Secretaria Municipal de Educação – SEDU e por entidades representativas dos profissionais da educação.

O projeto também estabelece que o serviço de atendimento telefônico destinado a receber denúncias de agressões contra educadores será o 153, da Guarda Civil Municipal, de onde as denúncias serão encaminhadas ao órgão competente para a devida apuração, sem a necessidade de identificação do reclamante.

“É lamentável que profissionais da Educação, antes tão prestigiados pela sociedade, precisem de uma lei para ter sua integridade protegida. O desrespeito é tanto que não se pode nem exigir tarefas em sala de aula, ou mesmo silêncio, sob o risco de sofrer represália de pais e alunos, com ameaças e até violência física. O nosso projeto prevê procedimentos de punição aos agressores e de proteção aos educadores”, explica Vinícius Aith.

Publicada lei que proíbe uso de “gênero neutro” em escolas de Sorocaba

Publicada lei que proíbe uso de “gênero neutro” em escolas de Sorocaba

Foi publicada a Lei nº 12.544/2022, de autoria do vereador Vinícius Aith (PRTB), que proíbe expressamente, por parte de instituições de ensino e de bancas examinadoras de seleções e concursos públicos municipais, em currículos escolares e editais, o uso de novas formas de flexão de gênero e de número das palavras da língua portuguesa em contrariedade às regras gramaticais consolidadas, que preveem apenas as flexões de gênero masculino e feminino.

A norma, que têm coautoria dos vereadores Dylan Dantas (PSC), Cristiano Passos (Republicanos), Cícero João (PTB) e Luis Santos (Republicanos), estabelece que, nos ambientes formais de ensino e educação, é vedado o emprego de linguagem que, corrompendo as regras gramaticais, pretendam se referir a ‘gênero neutro’, inexistente na língua portuguesa e não contemplado nas Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

O autor argumentou que nas instituições de ensino público e privado, é fundamental o emprego da norma-padrão, uma vez que estas representam os pilares da educação formal, do conhecimento científico e da investigação filosófica, sendo indispensável, para o pleno desenvolvimento intelectual e moral dos estudantes, a linguagem formal como meio de comunicação clara, responsável, lógica e coesa.

Aith defendeu o fato da linguagem neutra não refletir nenhuma realidade do falante, seja regional ou de classe – não se enquadrando nos princípios da oralidade e dos usos e costumes inscritos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), devendo esta precarização linguística ficar restrita à comunicação interpessoal cotidiana.

“A recente tentativa de grupos ideológicos imporem, de forma arbitrária e artificial, à sociedade novas formas de flexão de gênero e de número de palavras – em especial o ‘gênero neutro’ – representa verdadeiro atentado à norma-padrão, viola as diretrizes e bases nacionais da educação e não é fruto de uma manifestação cultural/social genuína e espontânea fundamentada nos usos e costumes da língua portuguesa”, justificaram os autores.

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