Emendas do vereador Vinícius Aith viabilizam projetos do Gpaci

Emendas do vereador Vinícius Aith viabilizam projetos do Gpaci

O vereador Vinícius Aith (PRTB) está acompanhando a utilização das emendas impositivas de sua autoria ao Orçamento deste ano do Município, destinadas ao GPACI – Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil, que é referência para 48 cidades da região no tratamento do câncer em pacientes até os 18 anos de idade.

Aith havia visitado o hospital algumas vezes no ano passado e conseguiu emenda parlamentar estadual no valor de R$ 100 mil e federal no valor de R$ 500 mil para a entidade; além de ter destinado duas emendas no Orçamento de Sorocaba, num total de R$ 138 mil para a manutenção dos trabalhos do Gpaci.

A verba é utilizada na logística de atendimento, tanto no tratamento oncológico, quanto no de pediatria e de exames de imagem na unidade de saúde, que, somente no ano passado, recebeu 150 novos pacientes com câncer – a grande maioria pessoas de baixa renda – que recebem, além do tratamento clínico convencional, apoio social e psicológico.

O vereador ressalta a importância do Gpaci para a região. “Por mais que possamos trazer verbas para o Gpaci, nada paga o que se faz no hospital. Vocês marcam positivamente a vida dessas crianças, porque estão com elas no momento em que elas mais precisam, oferecendo um tratamento humanizado e isso exige muita dedicação”, comentou.

 

Vinícius Aith fiscaliza revitalização da UBS da Vila Hortência com emenda de sua autoria

Vinícius Aith fiscaliza revitalização da UBS da Vila Hortência com emenda de sua autoria

O vereador Vinícius Aith (PRTB) visitou a UBS, Unidade Básica de Saúde, da Vila Hortência, na Zona Leste de Sorocaba, que foi revitalizada com recursos oriundos de emenda impositiva do parlamentar ao Orçamento do Município, no valor de R$ 50 mil, para verificar as melhorias implantadas no prédio no último mês.

Aith foi informado de que, graças à sua emenda, a Prefeitura pode providenciar a pintura interna e externa da unidade; a manutenção hidráulica e elétrica e nas esquadrias metálicas do prédio; a substituição de lâmpadas por tecnologia de LED; a limpeza de calhas e rufos; o reparo do telhado e a substituição de vidros.

O vereador também é autor de uma emenda, aprovada no Orçamento, no valor de R$ 200 mil, destinada à compra de novos computadores para as Unidades Básicas de Saúde da cidade, além de mais R$ 50 mil, para a implantação de um projeto de atendimento com psicólogos nas UBSs.

 

Projeto do Luto Materno segue para a avaliação do Executivo

Projeto do Luto Materno segue para a avaliação do Executivo

A pedido do autor, vereador Vinícius Aith (PRTB), o Projeto de Lei nº 104/2022 que obriga as maternidades da cidade a providenciar a separação entre gestantes que tiveram filhos nascidos vivos e continuaram nesta condição, das gestantes de bebês natimortos, ou que morreram logo após o parto, foi encaminhado à oitiva do prefeito Rodrigo Manga (Republicanos) na intenção de seja encampado pelo Executivo.

Na tribuna, o vereador ressaltou a importância e a sensibilidade do projeto voltado às mães que perderam bebês durante ou ao final do período de gravidez e leu ainda relatos postados em redes sociais de mães que já passaram por tal situação, bem como de profissionais da Saúde. Aith recebeu apoio de colegas de parlamento para a proposta.

A separação física determinada pela medida consiste na acomodação das referidas mães em quartos separados, de preferência distantes o suficiente para que a mãe que perdeu o filho na maternidade não tenha contato visual, nem sonoro, com os leitos das mães que estejam com seus bebês, tendo ainda os pais enlutados o direito de despedir-se do filho, bem como de receber suporte psicológico gratuito.

Projeto que institui Lei do Luto Materno entra em discussão

Projeto que institui Lei do Luto Materno entra em discussão

Está na pauta da sessão ordinária desta quinta-feira (5) o Projeto de Lei nº 104/2022, de autoria do vereador Vinícius Aith (PRTB), que obriga as maternidades da cidade a providenciar a separação entre gestantes que tiveram filhos nascidos vivos e continuaram nesta condição, das gestantes de bebês natimortos, ou que morreram logo após o parto.

A separação física determinada pela medida consiste na acomodação das referidas mães em quartos separados, de preferência distantes o suficiente para que a mãe que perdeu o filho na maternidade não tenha contato visual, nem sonoro, com os leitos das mães que estejam com seus bebês, tendo ainda os pais enlutados o direito de despedir-se do filho, bem como de receber suporte psicológico gratuito.

Ainda de acordo com a proposta, em caso de descumprimento da norma estabelecida, a maternidade infratora arcará com multa inicial no valor de R$5 mil; montante que deverá ser pago à mãe enlutada. “Queremos garantir um atendimento humanizado para as mães que perderam seus bebês no parto ou logo depois do nascimento, para tentar amenizar a dor do luto. É uma questão de respeito e responsabilidade!” justifica o autor.

Projeto de Vinícius Aith obriga a notificação de uso de bebidas alcoólicas ou entorpecentes por crianças

Projeto de Vinícius Aith obriga a notificação de uso de bebidas alcoólicas ou entorpecentes por crianças

Tramita na Câmara Municipal de Sorocaba um projeto de lei de autoria do vereador Vinícius Aith (PRTB) – membro da Comissão dos Direitos da Criança, Adolescente e Juventude do Legislativo –, que obriga hospitais públicos e privados e instituições semelhantes a notificarem ocorrências de uso de bebida alcoólica e/ou entorpecentes por crianças e adolescentes no município de Sorocaba.

De acordo com a proposta, os estabelecimentos deverão notificar o Conselho Tutelar do Município e o Ministério Público do Estado sobre os casos devidamente diagnosticados de uso de bebida alcoólicas e/ou entorpecentes por crianças e adolescentes atendidos em suas dependências, em até cinco dias úteis contados do atendimento, em papel timbrado.

Ainda segundo o projeto, a notificação deve conter o nome completo da criança ou adolescente, sua filiação, endereço residencial e telefone para contato; quando possível, deve constar ainda no documento o tipo de bebida alcoólica ou entorpecente utilizado, bem como a quantidade detectada; a rubrica e número de registro no Conselho Regional de Medicina do médico responsável pelo atendimento.

O material deve ainda relatar informações sobre o estado de saúde do paciente, o diagnóstico e o procedimento adotado pelo médico, sendo as informações restritas ao corpo clínico, preservando a identidade, a imagem e os dados pessoais, para proteger a privacidade da criança ou do adolescente e de sua família; sendo a desobediência punidas com multa.

O projeto cita em sua justificativa estudos que mostram que 56% dos jovens consomem ao menos uma dose de bebida alcoólica antes dos 18 anos e que 32% dos adolescentes têm sua primeira experiência com álcool antes dos 14 anos. “O consumo de álcool e drogas é cada vez mais precoce no nosso país, devendo as autoridades tomarem conhecimento o mais breve possível para evitar problemas maiores no futuro”, explicou Vinícius Aith.

Câmara discute projeto que proíbe a retenção de macas de resgate em hospitais e unidades de atendimento

Câmara discute projeto que proíbe a retenção de macas de resgate em hospitais e unidades de atendimento

Está na pauta da sessão ordinária desta terça-feira, 12, o Projeto de Lei nº 248/2021, de autoria do vereador Vinícius Aith (PRTB), que proíbe a retenção de macas das ambulâncias do SAMU, do Corpo de Bombeiros e de outras unidades móveis pré-hospitalares de atendimento de urgência de natureza pública ou privada, por hospitais e clínicas públicos ou privados, para os quais os pacientes socorridos forem encaminhados.

A medida tem o objetivo de sanar um problema frequente que causa transtornos a munícipes e profissionais da área de Saúde, que é a retenção de macas das ambulâncias nas unidades de atendimento hospitalar e pré-hospitalar, geralmente sob o pretexto da “vaga zero”, tornando inviável o funcionamento dos veículos de resgate e transporte de pacientes enquanto a maca não é liberada.

De acordo com a matéria, o profissional da ambulância do atendimento de urgência, constatando a retenção da maca por mais de 30 minutos, deverá comunicar imediatamente à instituição à qual está vinculado para que a mesma notifique a direção do hospital infrator e a Secretaria Municipal de Saúde, para que possa aplicar punição que começa com multa de R$ 5 mil.

“Retendo-se macas e equipes médicas, atenta-se contra o direito à vida, já que outros cidadãos que precisem de socorro imediato não poderão contar com o serviço de  transporte de urgência, além de prejudicar o trabalho de  profissionais envolvidos no atendimento pré-hospitalar, que ficam por horas à espera da liberação da ambulância”, argumentou o autor do projeto.

 

 

 

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